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Fala Pessoal!!
Bom hoje, vou compartilhar com vocês mais um enlace que fechei, utilizando os rádios da ubiquiti, Rocket M5 e antenas da OIW de 34dbi dupla polaridade com radome e shield da Computech.

Esse enlace era bem crítico, pois a área de saída do enlace é região Metropolitana, local onde temos muitos links diferentes rodando, como links de operadoras, rádios, etc…

O cliente necessitava de apenas 2MB full e conseguimos fechar o enlace com capacidade de entregar mais de 50Mb fullduplex.

O que mais gosto neste equipamento (Rocket M5) é o seu custo benefício, frente a outros rádios de 5ghz que encontramos no mercado. A ubiquiti melhorou bastante a firmware destes rádios e hoje já temos enlaces rodando com mais banda passante , quando BEM CONFIGURADOS!!!

Digo isso pois vejo diariamente diversos enlaces MAL CONFIGURADOS , onde o pessoal fala mal do equipamento, sem conhecer , e sem saber configurar corretamente os rádios para casa caso.

Vejam bem, um rádio bem configurado, trabalha com MENOR potência, melhor troughput e maior durabilidade dos componentes.

Eu sempre falo nos fóruns que participo ou nos e-mails que respondo, que em primeiro lugar, deve-se conhecer o equipamento a fundo para melhor configurá-lo e assim, extrair 100% do equipamento. Não basta apenas colocar tudo em modo Default , e achar que os equipamentos irão fazer mágica, pois não irá funcionar.

WIRELESS precisa de estudo, experiência e know how. fica a dica: Leiam os DATASHEETS dos equipamentos.

Vamos falar um pouco sobre este enlace?

Distância total: 41km
Elevação de terreno do Ponto Transmissor:
Azimute do Norte Verdadeiro = 318,21°, Azimute do Norte Magnético = 334,51°, ângulo de elevação = -0,0552°
REDE CLIENTE:
Variação de altitude entre os pontos: 112,1m
Modo de propagação é linha de visada, espaço livre mínimo 2,1F1 a 29,2km
Freqüência média é 5550,000 MHz
Espaço Livre = 139,2 dB, Obstrução = 2,1 dB TR, Urbano = 0,0 dB, Floresta = 0,0 dB, Estatísticas = 6,3 dB
Perda total de propagação é 147,6 dB
Ganho do sistema de TRANSMISSOR até RECEPTOR é 182,0 dB ( corner.ant em 318,2 °-0,06° ganho= 34,0 dBi )
Ganho do sistema de RECEPTOR até TRANSMISSOR é 184,0 dB ( corner.ant em 138,3 °-0,30° ganho= 34,0 dBi )
Pior recepção é 34,4 dB sobre o sinal necessário a encontrar.

Dados dos rádios:
Marca: UBNT
Modelo: Rocket M5 5ghz Mimo
Potência: 27dBm
Sensibilidade: -96dBm (MCS 0)
Modulação Máxima: 300mbps (MCS 15)
Canalização: 10,20,30,40mhz

Trajeto do Enlace e zonas de fresnell:

Teste de banda entre os dois lados:

Parabéns a ubiquiti pelo ótimo equipamento.
Alinhamento feito em 5min com base no projeto do RadioMobile.

Abraço a todos.

Desvainecimento – MAS AFINAL O QUE É ISSO ?

FADING

DESVAINECIMENTO OU FADING

Tecnologia UBNT AIRMAX – Cases Incríveis.

A tecnologia avança a cada dia e com ela traz coisas boas e coisas ótimas. Hoje iremos falar da Tecnologia AIRMAX TDMA , disponível nos rádios da Ubiquiti.   A tecnologia habilita comunicação TCP/IP externa a velocidades reais de 150+
Mbps(75MBPS por canal)  e consiste em design de hardware de rádios de última geração, antenas MIMO.

Mas o que é realmente o MIMO? Muita gente me pergunta isso. Então abaixo vou tentar explicar.

A tecnologia de Múltiplas Entradas e Múltiplas Saídas (“MIMO – Multiple Input Multiple Output“) é uma ramificação da área de estudo das Antenas Inteligentes. Estas representam um grupo de aparelhos dotados de sensores acoplados a um processador digital, que é capaz de interpretar o sinal captado pelos sensores através da aplicação de algoritmos que permitem um melhor aproveitamento do sinal, reduzindo o efeito destrutivo da interferência e maximizando o ganho na transmissão do referido sinal.

MIMO tem a estrutura descrita acima, onde os sensores são comumente chamados de antenas. A inovação presente nesse modelo é que as antenas são usadas tanto no transmissor (múltiplas saídas) quanto no receptor (múltiplas entradas). Há uma otimização na hora de o transmissor enviar o sinal, e na hora de o receptor interpretar o sinal. Essa é uma das razões que explicam as altas taxas de transmissão que podem ser alcançadas com MIMO.

A quantidade de antenas utilizada nos transmissores/receptores varia de um aparelho para outro, e não é necessário que o dois tenham o mesmo número de antenas. Não é difícil encontrar transmissores e receptores com números diferentes de antenas acopladas, embora a maior parte possua uma quantidade igual de sensores. O mais comum são pares 2×2 e 4×4.

A transmissão dos sinais pode ocorrer de formas variadas: o sinal pode ser dividido em feixes isolados, onde cada feixe é enviado por uma das antenas; ou o sinal pode ser enviado na íntegra por mais de uma antena para receptores diferentes. Tem ainda a possibilidade de se juntar dois ou mais transmissores que enviarão o sinal em conjunto, em paralelo. Essas formas de transmissão serão abordadas adiante.

Esquema simples de antenas no modelo MIMO
Esquema básico de antenas transmissoras e receptoras no modelo MIMO

A utilização de MIMO é apontada como uma das alternativas mais viáveis para a melhoria da qualidade nas comunicações sem fio, considerando que as taxas nominais de transmissão alcançam 300 Mbps, muito superior ao padrão sem fio mais usado atualmente, que alcança 54 Mbps. A implementação de MIMO foi uma solução encontrada por pesquisadores para aumentar a capacidade de comunicação em uma rede sem fio, que nunca conseguiu ser superior aos 100 Mbps da rede Ethernet.(
para estação base de classe de operadora e um poderoso protocolo TDMA que dá
velocidade e escalabilidade de rede ao longo de quilômetros. E, o que é ainda
mais importante, a solução AirMax oferece uma combinação de desempenho e preço
que vai redefinir a economia das instalações de rede de banda larga externa sem
fio em todo o mundo.

O protocolo AirMax TDMA foi projetado para escalabilidade e velocidade.
Tradicionalmente, as soluções externas de rádio mais econômicas para faixas de
radiofrequência não-licenciadas baseiam-se no padrão 802.11 (ou WiFi). Apesar de
poder oferecer bons resultados em instalações de pequena escala, em geral essas
soluções apresentam degradação exponencial do desempenho na medida em que o
aumento do número de clientes passa a provocar colisões e retransmissões. A
tecnologia AirMax, da Ubiquiti, resolve esses problemas com o uso de um
protocolo TDMA acelerado por hardware que consiste em um coordenador de polling
inteligente com escala de tempo inteligente e detecção nativa de pacotes de voz
sobre IP (VoIP). O resultado é uma rede que pode chegar a centenas de clientes
por estação base com baixa latência, alto rendimento e qualidade de voz
ininterrupta.

Junto com a implementação desse protocolo TDMA de última geração, a Ubiquiti
lançou um portfólio de tecnologias de antena MIMO apresentando desempenho de
classe de operadora com características de perda de retorno, isolamento por
polarização cruzada (cross-pol), ganho, downtilt elétrico e largura de feixe que
em geral só se encontram em antenas de estação base celular da mais alta
qualidade. As antenas foram desenhadas e testadas em campo para garantir
rendimento de desempenho otimizado, usando ao mesmo tempo o protocolo AirMax e o
hardware AirMax de rádio MIMO 2×2.

A Ubiquiti lançou ainda vários produtos de rádio com base no AirMax, que
oferecem opções de instalação flexíveis e potentes. A plataforma de estação base
The Rocket consiste em um dispositivo externo 2×2 baseado em 802.11n, com ampla
faixa de temperatura operacional, resistente e de alta potência, que foi
projetado para se combinar instantaneamente com qualquer antena AirMax, da
Ubiquiti. Para a estação, a Ubiquiti lançou a versão de próxima geração de sua
bem recebida NanoStation. O novo produto, chamado NanoStation M, é um
equipamento de cliente (CPE) externo/interno MIMO 2×2 compacto, com capacidade
de rendimento de 150+ Mbps em comunicação TCP/IP que pode ligar distâncias de
até quinze quilômetros. Além disso, a Ubiquiti oferece o flexível rádio Bullet
M, que pode ser instantaneamente acoplado a qualquer antena externa para
oferecer conexão a distâncias superiores a trinta quilômetros e rendimento acima
de 100Mbps TCP/IP.

“Nós vemos o AirMax como a tecnologia que vai cumprir as promessas do padrão
WiMax. Embora tenha incorporado vários benefícios de desempenho da nossa
tecnologia AirMax, o padrão WiMax ainda não chegou à faixa de custo que os
mercados globais exigem para tornar as instalações de rede externas um
investimento atraente. No desenvolvimento do AirMax, usamos uma estratégia
inteiramente diferente. Em vez de começar com uma exigência de desempenho, nós
nos concentramos em atingir, em primeiro lugar e acima de tudo, uma rigorosa
meta e custos. Então, passamos os últimos anos promovendo avanços de desempenho,
adotando, porém, só aqueles que se encontravam dentro da nossa rigorosa meta de
custos. A tarefa foi incrivelmente desafiadora, mas o resultado é algo que o
setor nunca viu antes. Essencialmente, o AirMax possibilita que uma estação base
multissetorial de 100Mbps+ com capacidade de 300+ seja instalada por menos que
as soluções comparáveis atualmente disponíveis”, disse Ben Moore,
vice-presidente de desenvolvimento de negócios.”

Vejamos alguns cases de sucesso da Superlinkwifi usando esta Tecnologia.

Equipamentos utilizados:

O  case abaixo , foi de um Provedor do Interior do RS que nos procurou para montar um rádio enlace de 98km entre cidades, onde a qualidade de transporte do Link era o principal foco do projeto. realizamos o projeto de cálculo de visada, prospecção do Link e todos os ajustes finos necessários , ficando este link como o canal principal de transporte de Banda do Provedor. Com isso extendeu-se a área de cobertura na região  e consequentemente, trouxe mais lucros e mais clientes. Teríamos que entregar no mínimo um Link que transportasse  20megas full e 1000pps, ao final entregamos o projeto com um Link que transporta até 50MBPS full e 3000 a 4000 pps.

Palavras do cliente após a finalização do trabalho:

” Hoje temos uma estrutura fantástica, pings realmente rápidos entre a Base e o POP final”.

Este case acima demonstra o quanto é possível implementar de forma correta a Tecnologia AIRMAX. os rádios trabalham com potência baixa e  controlada (21dbm) e canais que não interferem em outro links presentes na região.

As antenas utilizadas foram as Rocket Dish de 30dbi entre a torre principal e a primeira torre repetidora e 34dbi da repetidora para o ponto final.

Contem com a Superlinkwifi para seus projetos. Temos o Know How necessário pra fazer do seu Link, algo rentável e estável. Somos especializados em rádio enlace. Conhecer o equipamento faz toda a diferença.

Abraço a todos.

Enlace sem Visada? UBIQUITI ROCKET M900!!!

Salve a todos!!

É com imenso prazer que trago aos amigos mais um lançamento de equipamento para ponto a ponto ou ponto multiponto, sem visada.

Trata-se do Ubiquiti ROCKET M900.

Bom, quero trazer pra voces algumas informações a respeito do novo lançamento da ubnt pra enlaces SEM VISADA.
Chama-se ROCKET M900 (900MHZ) e trabalha dentro da frequência de 902 a 928mhz.A fabricante ubnt está apostando no equipamento que terá uma receptividade muito alta aqui no Brasil.

rocket-testes-jpgAirmax Rocket M 900.

As antenas indicadas para este equipamento, são as AIRMAX setorial de 13dbi 2×2 mimo, o que já dá pra imaginar que teremos um equipamento muito robusto.

sector-13dbi-jpgAntena Airmax Sector 13dbi 120 graus. (ANTENA INDICADA PELO FABRICANTE  PARA USO COM O EQUIPAMENTO) .

Vamos falar um pouco mais do equipamento e suas particularidades?

- Radio 2×2 Mimo que utiliza protocolo TDMA;
- Utiliza chip Ateheros MIPS 24KC de 400mhz;
- A potência total do equipamento é de 26dbm;
- Trabalha em 24v 1a POE;
- Consome na média 6.5watts/h;
- Possui 16cm de altura, 8cm de largura e 3cm de espessura;
- Opera entre -30 graus e +70 graus celsius;
- Possui memória de 64mb sdram e 8mb flash;
- 1 entrada para conector RJ 45 CAT 5 10/100tx;
- Montagem rápida e fácil conectando-se na parte traseira das Antenas Airmax sector 13dbi;

O equipamento tem todas as certificações do orgão Americano que regula as normas de wifi (FCC) sendo este de qualidade indiscutível.

Na parte de conexão do equipamento, o fabricante em testes, chegou aos resultados abaixo citados:

MCS0 26 dBm +/-2dB MCS0 -96 dBm +/-2dB
MCS1 26 dBm +/-2dB MCS1 -95 dBm +/-2dB
MCS2 26 dBm +/-2dB MCS2 -92 dBm +/-2dB
MCS3 26 dBm +/-2dB MCS3 -90 dBm +/-2dB
MCS4 26 dBm +/-2dB MCS4 -86 dBm +/-2dB
MCS5 24 dBm +/-2dB MCS5 -83 dBm +/-2dB
MCS6 22 dBm +/-2dB MCS6 -77 dBm +/-2dB
MCS7 21 dBm +/-2dB MCS7 -74 dBm +/-2dB
MCS8 26 dBm +/-2dB MCS8 -95 dBm +/-2dB
MCS9 26 dBm +/-2dB MCS9 -93 dBm +/-2dB
MCS10 26 dBm +/-2dB MCS10 -90 dBm +/-2dB
MCS11 26 dBm +/-2dB MCS11 -87 dBm +/-2dB
MCS12 26 dBm +/-2dB MCS12 -84 dBm +/-2dB
MCS13 24 dBm +/-2dB MCS13 -79 dBm +/-2dB
MCS14 22 dBm +/-2dB MCS14 -78 dBm +/-2dB
MCS15 21 dBm +/-2dB MCS15 -75 dBm +/-2dB

Segundo o fabricante, o equipamento fecha enlaces de até 30km perfeitamente, respeitando os principios de NLOS (sem visada) mínimos. Meu ptp foi de 32km sem visada e com morro pelo caminho. Não havia vegetação densa no morro, sendo mais fácil fechar o link desta maneira.
Ou seja , o equipamento conectado á antena correta, trabalha de forma precisa e utiliza pouca potência.utilizei neste enlace de teste apenas 21dbm de potência.

Quanto a banda passante, seguem novas informaçoes:

100Mbps+ Real Throughput using 20MHz wide channels   (Consegui 82mbps em teste de 22km com mínimo de visada c / arvores)
40Mbps+ Real Throughput using 10MHz wide channels (Consegui 38mbps em teste de 20km).
20Mbps+ Real Throughput using 5MHz wide channels (Consegui 18mbps em teste de 32km sem visada.).

Testes feitos revelaram: 18Mbps de troughput real estável. O equipamento é nota 10. foi utilizado para os testes o canal base 922mhz.

Ponto A(cidade) : 90M elevação  torre:3m         Morro: 122m elevação      Ponto B(fazenda): 70m elevação  torre:18m

As antenas utilizadas para o teste foram 4 antenas Yagi Algcom 17dbi,(arquivo .PDF que fala sobre a antena) ,  sendo duas antenas em cada lado do enlace. Essas antenas se mostraram perfeitas pra esse tipo de conexão. testei com hyperlink grade 15dbi e o resultado foi 30% menor (sinal mais fraco).

Fica então mais uma ótima dica de equipamento wireless para links sem visada direta.

Caso interesse, a Superlinkwifi faz desde o projeto para o Link, até a instalação dos equipamentos e configuração dos mesmos.

Entre em contato conosco:

superlinkwifi@gmail.com

Att,

Leandro Marczykoski

É necessário duas antenas polarizadas uma em horizontal e outra na vertical de cada lado do enlace, pois o rocket m900 airmax tansmite e recebe em polarizações diferentes (vertical e horizontal).

Tecnologia MIMO

Tecnologia MIMO – O QUE É ISSO ??? MIMO ou Multiple-input multiple-output communications é a técnica utilizada em transmissões de redes sem fio, agregada ao protocolo 802.11n e projetadas para velocidades nominais de até 500 Mbps ou +(já existem links de 1gigabit).
A Superlinkwifi tem recebido diversos e-mails, solicitando mais informaçoes a respeito da Tecnologia 802.11n (Mais popularmente conhecida como MIMO.
Como somos malucos por redes , fomos buscar a sinformaçoes a fundo sobre todas essas tecnologias.
Vamos entender melhor a história dos padroes de redes?
Protocolos Internet (TCP/IP)
Camada Protocolo
5.Aplicação HTTP, SMTP, FTP, SSH, Telnet, SIP, RDP, IRC, SNMP, NNTP, POP3, IMAP, BitTorrent, DNS, Ping
4.Transporte TCP, UDP, RTP, SCTP, DCCP
3.Rede IP (IPv4, IPv6) , ARP, RARP, ICMP, IPSec …
2.Enlace Ethernet, 802.11 WiFi, IEEE 802.1Q, 802.11g, HDLC, Token ring, FDDI, PPP,Switch ,Frame Relay,
1.Física Modem, RDIS, RS-232, EIA-422, RS-449, Bluetooth, USB, …
As redes sem fio IEEE 802.11, que também são conhecidas como redes Wi-Fi (Wireless Fidelity ⇐ este termo que designa o suposto significado de Wi-Fi entra em contradição com o artigo Wi-Fi) ou wireless, foram uma das grandes novidades tecnológicas dos últimos anos. Atualmente, são o padrão de facto em conectividade sem fio para redes locais. Como prova desse sucesso pode-se citar o crescente número de Hot Spots e o fato de a maioria dos computadores portáteis novos já saírem de fábrica equipados com interfaces IEEE 802.11.
Os Hot Spots, presentes nos centros urbanos e principalmente em locais públicos, tais como Universidades, Aeroportos, Hotéis, Restaurantes etc., estão mudando o perfil de uso da Internet e, inclusive, dos usuários de computadores.
O padrão divide-se em várias partes, que serão apresentadas a seguir.

Cronologia

  • 1955: o Federal Communications Commission (FCC), órgão americano responsável pela regulamentação do uso do espectro de frequências, autorizou o uso de três faixas de frequência;
  • 1990: o Institute of Electrical and Electronics Engineers (IEEE) instaurou um comitê para definição de um padrão para conectividade sem fio;
  • 1997: após sete anos de pesquisa e desenvolvimento, o comitê de padronização da IEEE aprovou o padrão IEEE 802.11; nessa versão inicial, as taxas de transmissão nominais atingiam 1 e 2 Mbps;
  • 1999: foram aprovados os padrões IEEE 802.11b e 802.11a, que usam as frequências de 2,4 e 5 GHz e são capazes de atingir taxas nominais de transmissão de 11 e 54 Mbps, respectivamente. O padrão 802.11b, apesar de atingir taxas de transmissão menores, ganhou fatias maiores de mercado do que 802.11a; as razões para isso foram basicamente duas: primeiro, as interfaces 802.11b eram mais baratas do que as 802.11a e, segundo, as implementações de 802.11b foram lançadas no mercado antes do que as implementações de 802.11a. Além disso, nesse ano foi criada a Wireless Ethernet Compatibility Alliance (WECA), que se organizou com o objetivo de garantir a interoperabilidade entre dispositivos de diferentes fabricantes;
  • 2000: surgiram os primeiros hot spots, que são áreas públicas onde é possível acessar a Internet por meio das redes IEEE 802.11. A WECA lançou o selo Wireless Fidelity (Wi-Fi) para testar a adesão dos fabricantes dos produtos às especificações; mais tarde o termo Wi-Fi tornou-se um sinônimo de uso abrangente das tecnologias IEEE 802.11;
  • 2001: a companhia americana de cafeterias Starbucks implementou hot spots em sua rede de lojas. Os pesquisadores Scott Fluhrer, Itsik Mantin e Adi Shamir demonstraram que o protocolo de segurança Wired Equivalent Privacy (WEP) é inseguro;
  • 2002: a WECA passou a se chamar Wi-Fi Alliance (WFA) e lançou o protocolo Wi-Fi Protected Access (WPA) em substituição ao protocolo WEP;
  • 2003: o comitê de padronização da IEEE aprovou o padrão IEEE 802.11g que, assim como 802.11b, trabalha na frequência de 2,4 GHz, mas alcança até 54 Mbps de taxa nominal de transmissão. Aprovou também, sob a sigla IEEE 802.11f, a recomendação de práticas para implementação de handoff;
  • 2004: a especificação 802.11i aumentou consideravelmente a segurança, definindo melhores procedimentos para autenticação, autorização e criptografia;
  • 2005: foi aprovada a especificação 802.11e, agregando qualidade de serviço (QoS) às redes IEEE 802.11. Foram lançados comercialmente os primeiros pontos de acesso trazendo pré-implementações da especificação IEEE 802.11e;
  • 2006: surgiram as pré-implementações do padrão 802.11n, que usa múltiplas antenas para transmissão e recepção, Multiple-Input Multiple-Output (MIMO), atingindo taxa nominal de transmissão de até 600 Mbps.

802.11a

Chega a alcançar velocidades de 54 Mbps dentro dos padrões da IEEE e de 72 a 108 Mbps por fabricantes não padronizados. Esta rede opera na frequência de 5 GHz e inicialmente suporta 64 utilizadores por Ponto de Acesso (PA). As suas principais vantagens são a velocidade, a gratuidade da frequência que é usada e a ausência de interferências. A maior desvantagem é a incompatibidade com os padrões no que diz respeito a Access Points 802.11 b e g, quanto a clientes, o padrão 802.11a é compatível tanto com 802.11b e 802.11g na maioria dos casos, já se tornando padrão na fabricação dos equipamentos.

802.11b

Alcança uma velocidade de 11 Mbps padronizada pelo IEEE e uma velocidade de 22 Mbps, oferecida por alguns fabricantes não padronizados. Opera na frequência de 2.4 GHz. Inicialmente suporta 32 utilizadores por ponto de acesso. Um ponto negativo neste padrão é a alta interferência tanto na transmissão como na recepção de sinais, porque funcionam a 2,4 GHz equivalentes aos telefones móveis, fornos micro ondas e dispositivos Bluetooth. O aspecto positivo é o baixo preço dos seus dispositivos, a largura de banda gratuita bem como a disponibilidade gratuita em todo mundo. O 802.11b é amplamente utilizado por provedores de internet sem fio.

802.11d

Habilita o hardware de 802.11 a operar em vários países aonde ele não pode operar hoje por problemas de compatibilidade, por exemplo, o IEEE 802.11a não opera na Europa. g

802.11e

O 802.11e agrega qualidade de serviço (QoS) às redes IEEE 802.11. Neste mesmo ano – 2005 – foram lançados comercialmente os primeiros pontos de acesso trazendo pré-implementações da especificação IEEE 802.11e. Em suma, 802.11e permite a transmissão de diferentes classes de tráfego, além de trazer o recurso de Transmission Oportunity (TXOP), que permite a transmissão em rajadas, otimizando a utilização da rede.

802.11f

Recomenda prática de equipamentos de WLAN para os fabricantes de tal forma que os Access Points (APs) possam interoperar. Define o protocolo IAPP (Inter-Access-Point Protocol).

802.11g

Baseia-se na compatibilidade com os dispositivos 802.11b e oferece uma velocidade de 54 Mbps. Funciona dentro da frequência de 2,4 GHz. Tem os mesmos inconvenientes do padrão 802.11b (incompatibilidades com dispositivos de diferentes fabricantes). As vantagens também são as velocidades. Usa autenticação WEP estática já aceitando outros tipos de autenticação como WPA (Wireless Protect Access) com criptografia dinâmica (método de criptografia TKIP e AES). Torna-se por vezes difícil de configurar, como Home Gateway devido à sua frequência de rádio e outros sinais que podem interferir na transmissão da rede sem fio.

802.11h

Versão do protocolo 802.11a (Wi-Fi) que vai ao encontro com algumas regulamentações para a utilização de banda de 5 GHz na Europa. O padrão 11h conta com dois mecanismos que optimizam a transmissão via rádio: a tecnologia TPC permite que o rádio ajuste a potência do sinal de acordo com a distância do receptor; e a tecnologia DFS, que permite a escolha automática de canal, minimizando a interferência em outros sistemas operando na mesma banda.

802.11i

Criado para aperfeiçoar as funções de segurança do protocolo 802.11 seus estudos visam avaliar, principalmente, os seguintes protocolos de segurança:
  • Wired Equivalent Protocol (WEP)
  • Temporal Key Integrity Protocol (TKIP)
  • Advanced Encryption Standard (AES)
  • IEEE 802.1x para autenticação e segurança
O grupo de trabalho 802.11i vem trabalhando na integração do AES com a sub camada MAC, uma vez que o padrão até então utilizado pelo WEP e WPA, o RC4, não é robusto o suficiente para garantir a segurança das informações que circulam pelas redes de comunicação sem fio.
O principal benefício do projeto do padrão 802.11i é sua extensibilidade permitida, porque se uma falha é descoberta numa técnica de criptografia usada, o padrão permite facilmente a adição de uma nova técnica sem a substituição do hardware.
Fonte: CHOC, TED et al. Wireless Local Area Network (WLAN) Security – The 802.11i Solution, 2004. Disponível em documento pdf último acesso: Fevereiro/2006.

802.11j

Diz respeito as bandas que operam as faixas 4.9 GHz e 5 GHz, disponíveis no Japão.

802.11k

Possibilita um meio de acesso para Access Points (APs) transmitir dados de gerenciamento.
O IEEE 802.11k é o principal padrão da indústria que está agora em desenvolvimento e permitirá transições transparentes do Conjunto Básico de Serviços (BSS) no ambiente WLAN. Esta norma fornece informações para a escolha do melhor ponto de acesso disponível que garanta o QoS necessário.

802.11n

O IEEE aprovou oficialmente a versão final do padrão para redes sem fio 802.11n. Vários produtos 802.11n foram lançados no mercado antes de o padrão IEEE 802.11n ser oficialmente lançado, e estes foram projetados com base em um rascunho (draft) deste padrão. Há a possibilidade de equipamentos IEEE 802.11n que chegaram ao mercado antes do lançamento do padrão oficial serem incompatíveis com a sua versão final. Basicamente todos os equipamentos projetados com base no rascunho 2.0 serão compatíveis com a versão final do padrão 802.11n. Além disso, os equipamentos 802.11n possivelmente precisarão de um upgrade de firmware para serem 100% compatíveis com o novo padrão. As principais especificações técnicas do padrão 802.11n incluem: – Taxas de transferências disponíveis: de 65 Mbps a 600 Mbps. – Método de transmissão: MIMO-OFDM – Faixa de freqüência: 2,4 GHz e/ou 5 GHz

802.11p

Utilizado para implementação veicular á nitro.

802.11r

Padroniza o hand-off rápido quando um cliente wireless se reassocia quando estiver se locomovendo de um ponto de acesso para outro na mesma rede.

802.11s

Padroniza “self-healing/self-configuring” nas Redes Mesh (malha)

802.11t

Normas que provém métodos de testes e métricas.

802.11u

Interoperabilidade com outras redes móveis/celular.

802.11v

Permitir a configuração de dispositivos clientes conectados a redes 802.11. O padrão pode incluir paradigmas de gerência similares aos utilizados em redes celulares.

802.11x

Não usado devido a confusão com o 802.1x
desliga o sistema

802.11w

Aumentar a segurança da transmissão dos pacotes de camada física.

802.11z

Habilitar o equipamento Wi-fi para operar com a frequência entre 3650 a 3700 MHz somente nos Estados Unidos

Tecnologia 900MHZ – Onde e quando utilizar?

Olá Pessoal!

Bom, neste post vamos falar um pouco mais sobre a tecnologia 900mhz , não irei entrar em detalhamento técnico profundo, quero apenas indicar algumas opções pra quem tem dúvida de que equipamento utilizar pra implementar um ponto a ponto Homologado e com alta qualidade de transmissão / recepção de sinal sem linha de visada.

Então vamos primeiro entender uma coisa simples:

Por que utilizar tecnologia wi-fi 900mhz?

Simples, onde não há linha de visada entre os pontos A e B ou Multipontos, deve-se utilizar esta frequência de 900mhz devido à sua alta capacidade de transpor obstáculos que outras frequências não conseguem. Como exemplo básico e rápido vamos citar um morro entre dois pontos A e B.

Distância total entre os pontos A e B: 20KM

Ponto A :

Elevação do terreno: 49 metros
Torre: 25 metros

Morro no meio do caminho >>>> 120 metros elevação

Ponto B:

Elevação do terreno: 12 metros
Torre: 25m

Equipamentos utilizados:

2 routerboards RB 433 AH;
2 rádios ubiquiti SR9 900mhz;
2 pigtails p/ sr9;
2 cabos Andrew Cellflex 3/8 com conectores N femea;

OBS: Esse kit é homologado pela Anatel e está a venda no Brasil.

Antenas:
Escolhemos para este exemplo, as antenas de grade 900mhz e 15dbi da marca Hyperlink, consideradas as melhores do mercado.

Com esses equipamentos, conseguimos um sinal de -60dbm em nosso ponto a ponto sem visada. Em média foi conseguido a taxa de 6.2 de transmissão e 6mb de recepção. fechamos um total de +ou- 12megas nesse ptp sem visada.

Como isso foi possível?

Simplesmente configurando o melhor canal, usando potência baixa e utilizando uma antena de extrema qualidade.O alinhamento fino neste caso de uso de 900mhz não é tão importante quanto em frequências mais altas, sendo muito mais fácil e tranquilo de ser trabalhado do que com outras frequências mais elevadas.

Não existe mágica no uso de 900mhz. É preciso apenas experiência para configurar os equipamentos corretamente para cada caso. O comportamento desse tipo de link é variável , porém geralmente onde outras frequências falharam em fechar link, 900mhz resolve o problema.

Exemplo de configuração:

Canal 912mhz
Potência Máxima do cartão: 28dbm
Potência utilizada: 17dbm
Velocidade máxima do cartão: 54mbps
Velocidade setada: 1 -11mbps
Largura de Banda suportada: 5/10/20 Mhz
Largura de Banda utilizada: 5mhz

O  que desejo com esse estudo de caso , é demonstrar que é possível sim o uso de uma frequência baixa, para situações de falta de linha de visada.

Alguém pode pensar: ” …Tá mas se eu colocar um link de 900mhz vou atrapalhar a operadora de celular que tem perto da minha casa e a Anatel irá me multar”?

R: Não. A tecnologia da operadora de telefonia celular para faixa de 900MHz é GSM ou TDMA. Os cartões wi-fi de 900mhz trabalham com Spread Spectrum. Não existe compatibilidade. Ou seja, se configurado corretamente, com potência baixa, canais dentro da faixa permitida para ponto a ponto, é perfeitamente possível o uso desta tecnologia.

Fica aqui a dica. Onde nada funcionar, entre em contato com a superlinkwifi. Nós temos a solução correta pro seu problema.

Fotos de algumas instalações usando yagi aquario 900mhz 20dbi e Hyperlink 15dbi 900mhz grade:

Kit 900mhz homologado pela Anatel

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É isso pessoal. Espero que tenham gostado deste post sobre uso de tecnologia 900mhz.

Abraço a todos.

Bem vindo ao Mundo Wireless! Bem vindo a SuperlinkWifi!

Bem vindos à SuperlinkWifi, o seu canal de conhecimento e comunicação wireless.

Neste primeiro post, estarei falando de um assunto bem interessante :

< < < < < <   P O T Ê N C I A  > > > > > >

A potência total da transmissão de um Link wireless é medida em dBm (decibel milliwatt), enquanto o ganho da antena é medido em dBi (decibel isotrópico). Em ambos os casos, é usado o decibel como unidade de medida, mas o parâmetro de comparação é diferente, daí o uso de duas siglas distintas.

No caso da potência de transmissão, o parâmetro de comparação é um sinal de 1 milliwatt. Dentro da escala, um sinal de 1 milliwatt corresponde a ZERO 0 dBm. A partir daí, cada vez que é dobrada a potência do sinal, são somados aproximadamente 3 decibéis, já que, dentro da escala, um aumento de 3 decibéis corresponde a um sinal duas vezes mais forte, da mesma forma que temos com o som:

0 dBm 1 milliwatt
3 dBm 2 milliwatts
6 dBm 4 milliwatts
9 dBm 7.9 milliwatts
12 dBm 15.8 milliwatts
15 dBm 31.6 milliwatts
18 dBm 61.1 milliwatts
21 dBm 125.9 milliwatts
24 dBm 251.2 milliwatts
27 dBm 501.2 milliwatts
30 dBm 1000 milliwatts
60 dBm 1000000 milliwatts

O ganho da antena, por sua vez, é medido em relação a um radiador isotrópico, um modelo teórico de antena, onde o sinal seria transmitido igualmente em todas as direções. Um radiador isotrópico seria uma esfera perfeita, sem diferença alguma de polarização em toda a superfície. Ele é impossível de construir na prática (já que a presença do conector já tornaria a esfera imperfeita) e não seria muito útil de qualquer forma, pois mandaria muito sinal para o céu e para a terra e menos sinal para os clientes que devem recebê-lo.

Todas as antenas concentram o sinal em determinadas direções, sendo que quanto mais concentrado é o sinal, maior é o ganho. Uma antena de 3 dBi, por exemplo, irradia o sinal com o dobro de potência que um radiador isotrópico, porém irradia em um ângulo duas vezes menor. Uma antena de 6 dBi oferece um sinal quatro vezes mais concentrado, porém para um ângulo 4 vezes mais estreito, e assim por diante. De uma forma geral, quanto maior é o ganho desejado, maior precisa ser a antena; justamente por isso as antenas ominidirecionais e yagi de alto ganho são muito maiores que as antenas padrão de 2.2 dBi dos pontos de acesso.

Meus amigos, o interessante de tudo isso é entendermos que nem sempre muita potência resolve alguns problemas enfrentados diariamente no planejamento e execução de um Link.  A potência real , tem que ser calculada de acordo com cada situação.

Fonte:Carlos E. Morimoto.

Nós da Superlinkwifi, somos especializados em Planejar, executar e controlar a qualidade de nosso trabalho. É por isso que trazemos à todos este site, com dicas , sugestões de equipamentos e Cases de clientes satisfeitos.

Esperamos contar com o apoio de todos que assim como nós, desejam sempre o melhor para seus clientes.

Obrigado à todos pelas mensagens recebidas em nosso e-mail.

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